Creio ... Logo Profetizo
sexta-feira, 2 de abril de 2021
terça-feira, 15 de março de 2011
A NEUROSE DOS LOBOS
Um lobo, cansado das suas brigas e arruaças, resolve parar um pouco e descansar no topo de um monte. Deitado, ele ergue os olhos para o vale e vê um rebanho de ovelhas. Como está muito cansado para persegui-las, decide apenas contemplá-las. Ele percebe que elas são mansas, não fazem desordem, são branquinhas, vivem alegres e em harmonia. O lobo, então, chega à seguinte conclusão: "Não existe neste mundo, uma vida melhor do que a vida das ovelhas!".
Ele consegue uma capa de pele de ovelha, veste-a sobre si, e se aproxima do rebanho. As ovelhas olham para ele com um pouco de desconfiança, mas, como ele parece uma ovelha, o recebem em seu meio. "Puxa até que foi fácil. Agora posso viver como uma ovelha!", resmunga o lobo.
Ele consegue uma capa de pele de ovelha, veste-a sobre si, e se aproxima do rebanho. As ovelhas olham para ele com um pouco de desconfiança, mas, como ele parece uma ovelha, o recebem em seu meio. "Puxa até que foi fácil. Agora posso viver como uma ovelha!", resmunga o lobo.
Tudo fica bem, até a hora em que o pastor chega para conduzi-Ias ao local de alimentação. Elas o seguem até ao pasto mais próximo, e você sabe o que as ovelhas comem? Elas comem capim, e sentem verdadeiro prazer em comer vegetais. Porém, de que se alimenta um lobo? Um lobo come carne! E ele descobre de uma maneira desastrosa, que ele não gosta de capim. Sente repulsa, até ânsia de vômito, por qualquer coisa verde.
Ele se esforça e engole o capim. É uma experiência horrível! Seu corpo é de lobo, seu sangue também, seus músculos, seu coração, seus pêlos, tudo nele grita... EU SOU UM LOBO! Apesar de ser um grande fardo, ele tenta viver de um modo contrário à sua natureza.
Num dia em que as ovelhas estão dormindo e o pastor não está ali, ele sai de "fininho", tira a sua capa de ovelha e se perde num mundo de lobos. Grita, bagunça, fala, briga e ama como um lobo, e chega a sentir-se bem fazendo estas coisas. Depois de algum tempo, recolhe sua, capa de ovelha, e volta para o meio do rebanho. E assim ele vai vivendo: de dia ovelha, de noite lobo. (Pr. José Ribeiro Rocha Filho)
A neurose deste lobo que tenta viver como ovelha é a mesma daqueles que querem se parecer com aqueles que andam com Deus, mas não tiveram a natureza transformada, não nasceram de novo. Desta forma,lobo transformado em ovelha só por uma via sobrenatural.
Pois bem, somente pela ação de Deus podemos ser transformados e tornados em pessoas que verdadeiramente se convertem em Filhos de Deus. Vemos isto em João 1.12 e também em 2 Coríntios 5.17. Se estamos em Cristo temos a vocação de sermos as suas ovelhas, ganhando a impossibilidade de viver em matilha predatória, mas em rebanho pastoreado. Pense nisto.
Ele se esforça e engole o capim. É uma experiência horrível! Seu corpo é de lobo, seu sangue também, seus músculos, seu coração, seus pêlos, tudo nele grita... EU SOU UM LOBO! Apesar de ser um grande fardo, ele tenta viver de um modo contrário à sua natureza.
Num dia em que as ovelhas estão dormindo e o pastor não está ali, ele sai de "fininho", tira a sua capa de ovelha e se perde num mundo de lobos. Grita, bagunça, fala, briga e ama como um lobo, e chega a sentir-se bem fazendo estas coisas. Depois de algum tempo, recolhe sua, capa de ovelha, e volta para o meio do rebanho. E assim ele vai vivendo: de dia ovelha, de noite lobo. (Pr. José Ribeiro Rocha Filho)
A neurose deste lobo que tenta viver como ovelha é a mesma daqueles que querem se parecer com aqueles que andam com Deus, mas não tiveram a natureza transformada, não nasceram de novo. Desta forma,lobo transformado em ovelha só por uma via sobrenatural.
Pois bem, somente pela ação de Deus podemos ser transformados e tornados em pessoas que verdadeiramente se convertem em Filhos de Deus. Vemos isto em João 1.12 e também em 2 Coríntios 5.17. Se estamos em Cristo temos a vocação de sermos as suas ovelhas, ganhando a impossibilidade de viver em matilha predatória, mas em rebanho pastoreado. Pense nisto.
sábado, 26 de fevereiro de 2011
EU TENTARIA
O vencedor do Oscar® Denzel Washington (Melhor ator - Dia de Treinamento, 2001) junta-se ao produtor Jerry Bruckheimer e ao renomado diretor Tony Scott em Déjà Vu - um thriller de ação, com um jogo de manipulação da mente. Chamado para recuperar provas após atentado que explodiu uma balsa em New Orleans, o agente federal Doug Carlin (Washington) acaba envolvido em um projeto ultra-secreto do governo americano: um laboratório que manipula a relação entre tempo e espaço, para ajudar a prevenir crimes no futuro. Mas será que essa máquina pode mudar o passado?
Esta é a sinopse do filme que assisti com minha esposa, que alías, chama mesmo a atenção pela inteligência dos produtores e pela participação do ator que, a meu ver, realiza performance impressionante em todos os seus filmes. Mas não é isso que me fez citar o filme neste artigo, antes sim uma frase que nele despertou-me a atenção e interesse. Ao citar a possibilidade de voltar ao passado e, na trama, alterar o destino dos fatos, Doug diz: -” Se você tivesse soubesse de algo verdadeiro que precisaria contar a alguém e, no entanto também soubesse que ninguém, jamais acreditaria, você contaria? Sua interlocutora, diante da indagação lhe disse: - “Eu tentaria”.
Ao falar de Déjà Vu estamos no ambiente da ficção. Ao falarmos da responsabilidade daquele que conhece a Jesus estamos falando de fatos e de experiência pessoal. É aqui que reside a correlação que desejo implementar.
Quem tem experiência com Deus, em Cristo Jesus, tem igualmente uma missão complexa, a de demonstrar ao mundo à sua volta a realidade e a intensidade da sua experiência. Ao receber o “Ide” de Jesus, o cristão vai proclamar a historicidade de Jesus, a morte de Jesus e a ressurreição de Jesus, tornando-se uma testemunha dele.
A mensagem da igreja cristã em essência é profunda, confrontadora, comprometedora e tange às raízes de todos os seres humanos, afinal de contas, qual dos líderes religiosos tem no seu histórico uma ressurreição ou ter ministrado aos Seus durante 40 dias antes de subir ao céu, ou ter nascido de uma virgem, ou ainda, tornar-se o único meio e caminho de acesso à Deus?
Você por exemplo, advogaria a crença, a causa, o testemunho de uma Pessoa que viveu a Dois mil anos atrás, da qual você apenas ouviu o histórico, para alguns contundente? Eu sim, e milhares de outros também, e sabe por quê? Porque todos os discípulos de Jesus morreram por causa do anuncio da verdade de sua ressurreição. Você morreria por uma mentira, por algo que não crê? Creio que não.
Nós anunciamos e insistimos porque não temos apenas o testemunho da história e dos apóstolos, o que já nos bastaria, mas temos o histórico e a biografia de nossas vidas mudados pelo poder de Sua presença em nós.
Como temos algo a dizer ao mundo que sabemos, muitos duvidam e questionam, continuamos tentando, fazendo a nossa parte, anunciando que o céu é real e o inferno também; que Jesus Cristo voltará para buscar os Seus; que somente os que forem lavados no sangue de Jesus terão acesso ao Reino de Deus; e sobretudo, que a escolha em acreditar e se entregar aos Seus cuidados é individual, bem como as conseqüências da rejeição ao Seu amor. Como já lhe disse: - Eu tentaria.
The Academy Award ® winner Denzel Washington (Best Actor - Training Day, 2001) joins producer Jerry Bruckheimer and renowned director Tony Scott for Déjà Vu - an action thriller with a mind-bending game. Called in to recover evidence after a bomb exploded in New Orleans ferry, Federal agent Doug Carlin (Washington) has just wrapped in an ultra-secret American government: a laboratory that handles the relationship between time and space, to help prevent crimes in the future.But will this machine can change the past?
This is the synopsis of the movie I watched with my wife, who incidentally, really calls attention to the intelligence of the producers and the participation of actor who, in my view, makes impressive performance in all his movies. But that's not what made me mention the film in this article, but before a sentence that it aroused my attention and interest. Citing the possibility of returning to the past and, in the plot, change the destination of the facts, Doug says: - "If you had to know something real need to tell someone, and yet also knew that nobody would believe, would you tell ? His interlocutor before the inquiry said: - "I would try."
When we speak of Déjà Vu in the environment of fiction.When speaking about the responsibility of those who know Jesus are talking about facts and personal experience. Therein lies the correlation that wish to implement.
Who has experience with God in Jesus Christ, also has a complex mission, to demonstrate to the world around them the reality and intensity of their experience. Upon receiving the "Go" of Jesus, Christians will proclaim the historicity of Jesus, Jesus' death and resurrection of Jesus, becoming a witness to it.
The message of the Christian Church in essence is profound, confrontational, and compromising with respect to the roots of all human beings, after all, what religious leaders have a resurrection in your history or have taught during His 40 days before ascending to heaven or being born of a virgin, or even become the only way and access road to God?
You for example, advocate the belief, the cause, the testimony of a person who lived two thousand years ago, from which you just heard the record, for some bruising? I do, and thousands of others as well, and you know why? Because all the disciples of Jesus died because of the announcement of the truth of his resurrection. Would you die for a lie, something he does not believe? I think not.
We announced and we agree because we have only the testimony of history and of the apostles, which is already enough for us, but we have the history and biography of our lives changed by the power of His presence in us.
As we have something to tell the world that we know, many doubt and question, keep trying, doing our part, announcing that heaven and hell is also real, that Jesus Christ will return to pick up his; only those who are washed in the bloodJesus will have access to the Kingdom of God, and especially the choice to believe and surrender to His care is individual as well as the consequences of rejecting His love. As I said - I would try.
The Academy Award ® winner Denzel Washington (Best Actor - Training Day, 2001) joins producer Jerry Bruckheimer and renowned director Tony Scott for Déjà Vu - an action thriller with a mind-bending game. Called in to recover evidence after a bomb exploded in New Orleans ferry, Federal agent Doug Carlin (Washington) has just wrapped in an ultra-secret American government: a laboratory that handles the relationship between time and space, to help prevent crimes in the future.But will this machine can change the past?
This is the synopsis of the movie I watched with my wife, who incidentally, really calls attention to the intelligence of the producers and the participation of actor who, in my view, makes impressive performance in all his movies. But that's not what made me mention the film in this article, but before a sentence that it aroused my attention and interest. Citing the possibility of returning to the past and, in the plot, change the destination of the facts, Doug says: - "If you had to know something real need to tell someone, and yet also knew that nobody would believe, would you tell ? His interlocutor before the inquiry said: - "I would try."
When we speak of Déjà Vu in the environment of fiction.When speaking about the responsibility of those who know Jesus are talking about facts and personal experience. Therein lies the correlation that wish to implement.
Who has experience with God in Jesus Christ, also has a complex mission, to demonstrate to the world around them the reality and intensity of their experience. Upon receiving the "Go" of Jesus, Christians will proclaim the historicity of Jesus, Jesus' death and resurrection of Jesus, becoming a witness to it.
The message of the Christian Church in essence is profound, confrontational, and compromising with respect to the roots of all human beings, after all, what religious leaders have a resurrection in your history or have taught during His 40 days before ascending to heaven or being born of a virgin, or even become the only way and access road to God?
You for example, advocate the belief, the cause, the testimony of a person who lived two thousand years ago, from which you just heard the record, for some bruising? I do, and thousands of others as well, and you know why? Because all the disciples of Jesus died because of the announcement of the truth of his resurrection. Would you die for a lie, something he does not believe? I think not.
We announced and we agree because we have only the testimony of history and of the apostles, which is already enough for us, but we have the history and biography of our lives changed by the power of His presence in us.
As we have something to tell the world that we know, many doubt and question, keep trying, doing our part, announcing that heaven and hell is also real, that Jesus Christ will return to pick up his; only those who are washed in the bloodJesus will have access to the Kingdom of God, and especially the choice to believe and surrender to His care is individual as well as the consequences of rejecting His love. As I said - I would try.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Cristãos Por Essência?
Li hoje, por curiosidade, um periódico semestral da Igreja luterana, no qual havia uma mensagem cujo título trazia como tema a seriedade de ser cristão. Ali também foi descrita uma situação, aparentemente vivenciada entre os soldados de Alexandre, o grande e o próprio Alexandre.
Conta-se que em certa ocasião, quando os soldados de Alexandre atacaram o inimigo, um deles teve medo e fugiu. O desertor foi preso e trazido à presença do grande conquistador ainda mais amedrontado. Alexandre, ao inquiri-lo, pergunta: “ Como te chamas?” O soldado, apreensivo, responde: - “ Alexandre”. Neste ínterim o conquistador perguntou-lhe novamente: -“ Como te chamas!?!” E nem esperou a resposta do frágil soldado, dizendo-lhe em seguida: - “ Ou mudas de nome ou tens de mudar de caráter”.
Foi em Antioquia que pela primeira vez, aqueles que assumiam a sua identidade de seguidores de Jesus foram chamados de cristãos. Não era um elogio, antes se pretendia uma identificação pejorativa e ridicularizante. No entanto, na essência do termo sua designação é exata. O Cristão é, em primeira e última análise, parecido com Jesus, em uma definição do que significa andar com Jesus.
Hoje muitos acham light, soft, chique, ser cristão evangélico. Temos os “gospels fashions”, para quem basta apenas se identificar com uma igreja legal, sofisticada, de linguagem moderna, que não confronte ou questione as opções equivocadas das pessoas em seu estilo de ser ou sua conduta. Nesta linha temos jogadores, artistas, atletas, pseudo-pastores e líderes que, infelizmente ditam moda com uma espécie de evangelho “ sem sal e sem luz.”
A justificativa é que Deus é amor, que não leva a sério as condutas desde que sejam as mesmas, atitudes que não atinjam o próximo com as conseqüências dos seus possíveis deslizes. Acontece que as condutas equivocadas de cada um de nós nunca nos prejudicam apenas a nós, e mais, que os desvios de caráter de gente que diz andar com Deus desmentem este pretenso andar.
O grande problema é que queremos ser cristãos nominais, religiosos, para dar uma satisfação social aos que estão à nossa volta. O pior é que não queremos a vocação para a qual Deus nos criou, a de sermos à imagem e semelhança dele, queremos antes um “ deus” à nossa imagem e semelhança, que não exija mudanças significativas em cada um de nós.
Fico impactado com o espanto de Alexandre diante do soldado homônimo, ao exigir a mudança de nome ou de caráter ao fugitivo guerreiro. Mas impacta-me expressivamente a possibilidade de ouvir a opinião de Jesus em relação àqueles que hoje usam o Seu nome, na pretensão de se identificar com ele, sem que tal intenção seja visível em suas condutas. Que Deus nos livre desta espécie superficial de crer.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
“Permeabilizando O Impermeável"
O episódio protagonizado pelas chuvas, em especial na cidade de São Paulo, revela-nos o quanto as cidades se tornaram impermeáveis, ou seja, que as águas perderam a possibilidade de penetrar o solo e alcançar os lençóis próprios para o escoamento e a renovação do ciclo. Desde criança aprendemos que as águas vivem este ciclo, o qual parece mesmo ter sido de alguma forma desestabilizado. No tornar as cidades permeáveis e de alguma forma, drenáveis, pode estar a solução de grande parte da demanda por segurança neste sentido. No entanto, minha abordagem é leiga e não técnica, desta forma posso apenas conjecturar numa lógica limitada.
Por outro lado, o excesso permeabilização pode também resultar em desastres, como se deu nos morros das cidades cariocas. O alto índice pluviométrico causou o encharcar das encostas, as quais, agora acrescidas de peso extra por causa das residências ali estabelecidas, cederam de forma impiedosa e indiscriminada. Neste caso, o clássico exemplo das construções estabelecidas sob risco previamente calculado, ou casas estabelecidas em terrenos potencialmente perigosos.
Nos dois casos, pessoas são afetadas, mortas, dizimadas, sonhos e conquistas desfeitos, traumas e processos de insegurança estabelecidos. Não fosse a grande empatia dos que se comprometem em favor dos que sofrem os reveses da vida, tornando-se estes verdadeiros agentes de Deus em meio à dor e ao sofrimento do próximo, por meio de doações ou presença consoladora, os danos sociais seriam ainda maiores.
Na verdade, escrevo este texto para ressaltar a premente necessidade de revermos o plano piloto das cidades diante de índices de precipitação pluviométrica cada vez mais acrescida em seus volumes. Mas escrevo também por processos tão intensos e semelhantes que atingem as famílias sem que a menor gota de água se configure problemática.
Em primeiro lugar penso na impermeabilidade dos corações. Corações endurecidos, empedernecidos, solidificados, cauterizados. Gente que inviabilizou a possibilidade se tornar maleável diante dos relacionamentos. Endurecidos em relação a Deus, em relação ao próximo, em relação aos sentimentos dos seus filhos e cônjuges, em relação a tudo o que diz respeito a ouvir outros. Gente endurecida que ao receber as águas das tempestades existenciais, inviabiliza toda e qualquer possibilidade de escoamento ou escape, tendo em vista estar isolados e ilhados em seu próprio e pequeno mundo interpessoal. Neste ínterim, as enchentes da vida potencializam gigantesca destruição no caráter, nos sonhos, na conduta, seja através dos vícios, dos desvios de conduta, das debilidades produzidas na alma por meio de processos depressivos e angustiantes. Pessoas que tornam-se intragáveis para si e para os outros.
Em última análise, penso nas construções familiares que se estabelecem em circunstâncias de risco. Jesus, metaforicamente, abordou a questão ao falar de casas construídas sobre a rocha e outras sobre a areia. Pessoas e famílias que estabelecem as suas vidas e casas sobre bases frágeis, na forma de valores e princípios equivocados e anti-bíblicos, contrários ao conselho de Deus, efetivam em princípio e perspectiva a sua própria falência.
Jesus, Seus ensinos, Seus princípios, é a rocha eterna, a Pedra angular. Pessoas, lares e famílias nEle solidificados e consolidados, vencem e superam os reveses da vida, as tempestades, as quais Ele mesmo disse que viriam sobre as casas construídas sobre a areia ou sobre a rocha. Logicamente as casas estabelecidas e consolidadas na rocha são as que prevalecem às intempéries estabelecidas sobre si.
Escrevo este texto por cidades mais permeáveis em suas regiões mais baixas e com menos construções em áreas de risco. O mesmo esperando em relação aos corações, mais permeáveis à voz e aos princípios de Deus e menos propensos a riscos existenciais desnecessários.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Milagres? Eu Creio. Minha vida é um deles!!!
Uma das coisas mais maravilhosas em Deus é saber que Ele se importa conosco. A prova cabal disto é a vinda do Seu Filho ao nascer como homem, existir e produzir os sinais de Sua Divindade entre nós. Na verdade, estes sinais continuam a seguir aqueles que crêem. Posso dar o testemunho disto em minha própria experiência. Em 1989, quando Gerente de Núcleo Especial da Lav Limper – Produtos de limpeza, em Belo Horizonte, Minas Gerais, quando já atuava no ministério pastoral e ainda coordenava uma equipe de vendas que possuía na sua geração cerca de 100 pessoas, fui acometido de um stress agudo. Este fora acompanhado por sintomas terríveis como palpitação no coração, episódios de bradicardia ( batidas do coração mais lentas do que o normal) e um visível e preocupante emagrecimento.
Perdia quilos rapidamente e quem me contemplava poderia ser levado a pensar que estava portando uma doença grave. Fiz exames, os mais variados, na tentativa de encontrar um diagnóstico razoável. Após eletroencefalogramas e eltrocardiogramas, hemogramas e outros mais, a única disfunção orgânica encontrada foi de uma hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue), possivelmente produzida pela excessiva carga de insulina produzida pelo pâncreas, com histórico médico ligado à ansiedade ou stress. Recém-Casado, sob as pressões sintomáticas com as quais tinha que aprender a lidar por meio de uma dieta similar à do hiper-glicêmico (diabético), acordando sobressaltado e com sensações de desmaio e falta de ar, algumas vezes, precisei conviver com a incômoda situação durante alguns meses. De 85 quilos passei a pesar 62,5, em questão de meses. Mas descobri que a morte precoce e a enfermidade contínua não se constituíam em presente de Deus para nós, antes sim revelavam um profundo desejo do inimigo de nossas almas de nos tirar do campo da batalha com Cristo Jesus em nossas vidas.
Assim saí da passividade espiritual, crendo que a reversão do quadro poderia acontecer. Orei de maneira determinada, clamando ao Senhor por sua misericórdia. Outras pessoas também clamaram por mim. Fui ungido com o óleo, participei de vigílias de oração, participei das orações no monte com amigos da Igreja. Não aceitei o fato de que precisaria indefinidamente conviver com esta doença, viver controlado por ansiolíticos, como o Lexotan por exemplo. Deus ouviu as nossas orações e eu fui curado milagrosamente.
Mudou-se o quadro da minha vida. O Senhor me libertou daquela enfermidade, as forças voltaram, o ânimo voltou. Aqueles que me conhecem sabem que retomei o peso, até mais do que desejaria. Já se passam 22 anos desde que isto aconteceu e, de lá para cá só tenho sido ampliado. Não sou melhor do que você, nem mais especial. O milagre que me aconteceu em Cristo Jesus não precisou ser pago, como alguns querem fazer crer. O Preço já foi pago pelo Senhor Jesus, há dois mil anos atrás. "Ele levou sobre si as nossas enfermidades e dores". Ele conhece você e pode curar você também.
Os médicos que me atenderam foram extremamente importantes, tratando-me com toda a dignidade e atenção que o caso merecia, foram ao limite de suas possibilidades para intervir de forma medicamentosa na situação, com a competência que lhes foi dada por Deus e efetivada através do conhecimento. No entanto, quando eles chegaram ao seu limite, Deus me alcançou pelo poder da fé e da sua promessa de que os sinais seguiriam aos que crêem. Eu vi os sinais de Deus se cumpriram em minha vida e continuam assim. Podem cumprir-se na sua também.
Fernando Alberto Araujo
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