terça-feira, 25 de janeiro de 2011

“Permeabilizando O Impermeável"


O episódio protagonizado pelas chuvas, em especial na cidade de São Paulo, revela-nos o quanto as cidades se tornaram impermeáveis, ou seja, que as águas perderam a possibilidade de penetrar o solo e alcançar os lençóis próprios para o escoamento e a renovação do ciclo. Desde criança aprendemos que as águas vivem este ciclo, o qual parece mesmo ter sido de alguma forma desestabilizado. No tornar as cidades permeáveis e de alguma forma, drenáveis, pode estar a solução de grande parte da demanda por segurança neste sentido. No entanto, minha abordagem é leiga e não técnica, desta forma posso apenas conjecturar numa lógica limitada.
Por outro lado, o excesso permeabilização pode também resultar em desastres, como se deu nos morros das cidades cariocas. O alto índice pluviométrico causou o encharcar das encostas, as quais, agora acrescidas de peso extra por causa das residências ali estabelecidas, cederam de forma impiedosa e indiscriminada. Neste caso, o clássico exemplo das construções estabelecidas sob risco previamente calculado, ou casas estabelecidas em terrenos potencialmente perigosos.
Nos dois casos, pessoas são afetadas, mortas, dizimadas, sonhos e conquistas desfeitos, traumas e processos de insegurança estabelecidos. Não fosse a grande empatia dos que se comprometem em favor dos que sofrem os reveses da vida, tornando-se estes verdadeiros agentes de Deus em  meio à dor e ao sofrimento do próximo, por meio de doações ou presença consoladora, os danos sociais seriam ainda maiores.
Na verdade, escrevo este texto para ressaltar a premente necessidade de revermos o plano piloto das cidades diante de índices de precipitação pluviométrica cada vez mais acrescida em seus volumes. Mas escrevo também por processos tão intensos e semelhantes que atingem as famílias sem que a menor gota de água se configure problemática.
Em primeiro lugar penso na impermeabilidade dos corações. Corações endurecidos, empedernecidos, solidificados, cauterizados. Gente que inviabilizou a possibilidade se tornar maleável diante dos relacionamentos. Endurecidos em relação a Deus, em relação ao próximo, em relação aos sentimentos dos seus filhos e cônjuges, em relação a tudo o que diz respeito  a ouvir outros. Gente endurecida que ao receber as águas das tempestades existenciais, inviabiliza toda e qualquer possibilidade de escoamento ou escape, tendo em vista estar isolados e ilhados em seu próprio e pequeno mundo interpessoal. Neste ínterim, as enchentes da vida potencializam gigantesca destruição no caráter, nos sonhos, na conduta, seja através dos vícios, dos desvios de conduta, das debilidades produzidas na alma por meio de processos depressivos e angustiantes. Pessoas que tornam-se intragáveis para si e para os outros.
Em última análise, penso nas construções familiares que se estabelecem em circunstâncias de risco. Jesus, metaforicamente, abordou a questão ao falar de casas construídas sobre a rocha e outras sobre a areia. Pessoas e famílias que estabelecem as suas vidas e casas sobre bases frágeis, na forma de valores e princípios equivocados e anti-bíblicos, contrários ao conselho de Deus, efetivam em princípio e perspectiva a sua própria falência.
Jesus, Seus ensinos, Seus princípios, é a rocha eterna, a Pedra angular. Pessoas, lares e famílias nEle solidificados e consolidados, vencem e superam os reveses da vida, as tempestades, as quais Ele mesmo disse que viriam sobre as casas construídas sobre a areia ou sobre a rocha. Logicamente as casas estabelecidas e consolidadas na rocha são as que prevalecem às intempéries estabelecidas sobre si.
Escrevo este texto por cidades mais permeáveis em suas regiões mais baixas e com menos construções em áreas de risco. O mesmo esperando em relação aos corações, mais permeáveis à voz e aos princípios de Deus e menos propensos a riscos existenciais desnecessários.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Milagres? Eu Creio. Minha vida é um deles!!!


     Uma das coisas mais maravilhosas em Deus é saber que Ele se importa conosco. A prova cabal disto é a vinda do Seu Filho ao nascer como homem, existir e produzir os sinais de Sua Divindade entre nós. Na verdade, estes sinais continuam a seguir aqueles que crêem. Posso dar o testemunho disto em minha própria experiência. Em 1989, quando Gerente de Núcleo Especial da Lav Limper – Produtos de limpeza, em Belo Horizonte, Minas Gerais, quando já atuava no ministério pastoral e ainda coordenava uma equipe de vendas que possuía na sua geração cerca de 100 pessoas, fui acometido de um stress agudo. Este fora acompanhado por sintomas terríveis como palpitação no coração, episódios de bradicardia ( batidas do coração mais lentas do que o normal) e um visível e preocupante emagrecimento.
     Perdia quilos rapidamente e quem me contemplava poderia ser levado a pensar que estava portando uma doença grave. Fiz exames, os mais variados, na tentativa de encontrar um diagnóstico razoável. Após eletroencefalogramas e eltrocardiogramas, hemogramas e outros mais, a única disfunção orgânica encontrada foi de uma hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue), possivelmente produzida pela excessiva carga de insulina produzida pelo pâncreas, com histórico médico ligado à ansiedade ou stress. Recém-Casado, sob as pressões sintomáticas com as quais tinha que aprender a lidar por meio de uma dieta similar à do hiper-glicêmico (diabético), acordando sobressaltado e com sensações de desmaio e falta de ar, algumas vezes, precisei conviver com a incômoda situação durante alguns meses. De 85 quilos passei a pesar 62,5, em questão de meses. Mas descobri que a morte precoce e a enfermidade contínua não se constituíam em presente de Deus para nós, antes sim revelavam um profundo desejo do inimigo de nossas almas de nos tirar do campo da batalha com Cristo Jesus em nossas vidas.
     Assim saí da passividade espiritual, crendo que a reversão do quadro poderia acontecer. Orei de maneira determinada, clamando ao Senhor por sua misericórdia. Outras pessoas também clamaram por mim. Fui ungido com o óleo, participei de vigílias de oração, participei das orações no monte com amigos da Igreja. Não aceitei o fato de que precisaria indefinidamente conviver com esta doença, viver controlado por ansiolíticos, como o Lexotan por exemplo. Deus ouviu as nossas orações e eu fui curado milagrosamente.
     Mudou-se o quadro da minha vida. O Senhor me libertou daquela enfermidade, as forças voltaram, o ânimo voltou. Aqueles que me conhecem sabem que retomei o peso, até mais do que desejaria. Já se passam 22 anos desde que isto aconteceu e, de lá para cá só tenho sido ampliado. Não sou melhor do que você, nem mais especial. O milagre que me aconteceu em Cristo Jesus não precisou ser pago, como alguns querem fazer crer. O Preço já foi pago pelo Senhor Jesus, há dois mil anos atrás. "Ele levou sobre si as nossas enfermidades e dores". Ele conhece você e pode curar você também.
     Os médicos que me atenderam foram extremamente importantes, tratando-me com toda a dignidade e atenção que o caso merecia, foram ao limite de suas possibilidades para intervir de forma medicamentosa na situação, com a competência que lhes foi dada por Deus e efetivada através do conhecimento. No entanto, quando eles chegaram ao seu limite, Deus me alcançou pelo poder da fé e da sua promessa de que os sinais seguiriam aos que crêem. Eu vi os sinais de Deus se cumpriram em minha vida e continuam assim. Podem cumprir-se na sua também.
 Fernando Alberto Araujo

Das Profundezas Para a Mais Plena Luz



     O acontecimento desta semana foi mesmo a libertação dos mineiros que estavam há mais de dois meses sob a terra,na mina chilena. Um êxito especialíssimo.
    Maravilha-nos saber que pessoas de todas as nacionalidades se esforçaram e torceram para que o trabalho fosse bem efetivado, inclusive os americanos através da NASA, os quais mesmo odiados por várias nações latino-americanas, não se negaram à participação no grupo de salvamento, antes contribuindo com seu conhecimento e sua tecnologia. Os "terríveis americanos capitalistas", irônico não?
     Aprendemos muitas coisas neste episódio. Primeiramente aprendemos que ainda que as medidas de segurança sejam tomadas e que as coisas relacionadas aos trabalhos de risco, devidamente pensadas, existem circunstâncias que fogem ao domínio de ação do homem. Trabalho em mineradoras sempre se efetivarão em circunstâncias de risco, e neste caso todo cuidado é pouco. Sobre a mina em questão, incidentes menores já haviam prenunciado a possibilidade de um problema de maior dimensão. No entanto, a didática da questão nos remete à conclusão de que o imponderável pode se tornar fato, e quando isto ocorrer, precisamos de três atitudes. Reconhecer as circunstâncias tais quais elas mesmas são. Conhecer os limites de possibilidade que possam incentivar esperanças reais. Contar com aquilo que ninguém mais contaria. 
     A grande questão é, que tal imaginarmo-nos ali? Alguns de nós simplesmente desistiria e acharia que não haveria livramento de nenhuma espécie. Outros poderiam tentar mascarar a realidade, minimizando um problema de grandes dimensões numa postura utópica. Outros lutariam com todas as suas forças para encontrar uma saída.
     O tempo passa. Um dia são surpreendidos com um pequeno sinal, um barulho se aproxima, um romper de rochas que chega até os mesmos, 15 dias depois do episódio da explosão. Literalmente se podia ver uma pequena luz no fim de um túnel esférico de centímetros em tamanho, pelo qual passariam a receber as provisões. Um pequeno fato que para muitos poderia sugerir um adiamento apenas, da tragédia anunciada. Para os mais atentos, um sinal de que se poderia vencer os limites e alcançar um livramento absoluto.
Dois meses se passaram e a salvação veio de cima, tal qual as primeiras provisões.
     Eu e você não estamos presos ao fundo de uma mina sem saída no sentido literal, mas pior do que isso, quem sabe estejamos indefinidamente amarrados às amarguras existenciais, dramas pessoais, inseguranças na alma, atrelados à culpa ou falta de perdão, dentre outros fatores.
     Recebemos de vez em quando os suprimentos por um vão de esperança, provenientes de alguém que nos conta o testemunho do seu livramento, nos fala algo do poder e da palavra de Deus, nos mostra que é possível sonhar e esperar que uma nova história se construa. Isto nos dá fôlego para esperar e clamar por ajuda.
     Não mais do que de repente o livramento esperado se efetiva. Alguém desce para que possamos subir, e neste caso, o próprio Deus desceu, na Pessoa bendita do Seu Filho Jesus. Ele desceu e veio até as nossas difíceis demandas, pagou o preço pelos nossos pecados, a fim de que nós pudéssemos voltar à sua presença, respirando o puro oxigênio da Fé que remove montanhas.
     Agora só nos resta entrar na capsula da salvação, cujo porta aberta espera que aceitemos o convite para subir e estarmos com ele. Jesus disse: "Eu sou a Porta." João 10.10.
Fernando Alberto Araujo

Entre Aqueles Que Gemem ou Como Aqueles Que Fogem?



     Os gemidos geracionais que se pautam nas angústias próprias de cada tempo, são inequivocamente percebidos por Deus. Foi assim com a geração de Hebreus escravizada por anos a fio no Egito antigo. No relato do Êxodo, no terceiro capítulo, Deus diz à Moisés que ao ouvir os clamores e gemidos do povo, resolveu" descer", o que significa dizer que havia chegado a hora da Sua intervenção.
Deus não diz isso ao homem portador de um coração revoltado ou muito ligado aos dramas do seu povo. Quando Deus encontra Moisés ele está envolto em seus afazeres pessoais, morando longe do contexto específico de seu povo, no deserto, cuidando dos animais do seu sogro. Foi ali naquele deserto que uma visão sobrenatural o envolveu, a de uma sarça que ardia e não se consumia, para a qual o fogo parecia não estabelecer dano algum.
     No instante em que Moisés dialoga com Deus, seu coração ainda está preso ao aspecto fugidio de sua presença em Midiã, tendo em vista que para ali se deslocara depois de haver sido descoberto como homicida de um egípcio, o qual, por ter feito sofrer um dos seus irmãos hebreus, estabeleceu com sua atitude interventora, a morte e o sepultamento do mesmo, enterrando-o na areia. O egípcio em questão fora enterrado na areia, mas não na consciência do líder libertador que Deus procurava estimular agora, por esta razão Moisés reluta diante do chamado de Deus.
     Porque esta ênfase na escolha de Deus por um homem como Moisés? Para mostrar-lhe que, em primeiro lugar, Deus não está despercebido do sofrimento de alguém, da injustiça estabelecida por outros sobre alguém, e, sobretudo que Ele, tendo efetivado as Suas promessas, delas não se esquece. Deus havia prometido a Abraão que o Seu povo se faria grande e teria seu próprio território.
Em segundo lugar, Deus levanta o improvável para estabelecer a Sua vontade. No caso, Deus busca no deserto e na fuga existencial um homem desistido, estimula-o, transforma-o, manifesta nele e através dele o Seu poder sobrenatural, e assim fazendo que os protocolos humanos fossem surpreendidos, na razão de uma expectativa diferente acerca de quem Ele poderia usar.
     O Deus do Êxodo continua levantando gente como Moisés, gente que aparentemente não é, a fim de confundir aqueles que pensam que são. Deus continua a queimar sarças que maravilham, gera impacto, visando colocar os corações em chamas por Sua vontade, a fim de que pessoas se tornem parceiras do Seu plano e propósito de libertar pessoas, tirando-os do império das trevas e transportá-los para o Reino do Filho do Seu amor.
     Hoje há dois tipos de pessoas lendo esta coluna. Primeiramente aquelas que têm os seus gemidos e angústias existenciais estabelecidos na alma, internamente fragilizados e sem forças para mudar o gráfico da escravidão a hábitos arraigados, sentimentos negativos, inseguranças e dramas pessoais reticentes e continuativos, gente que pensa que esta é a sua sorte e o seu destino. É à você que digo que os seus gemidos e angústias interna snão passam desapercebidos de Deus. Ele quer livrá-lo e trazer-lhe uma nova história, se você o permitir é claro.
     O outro tipo de pessoa é aquele parecido com Moisés, que tendo se perdido em algum ponto do propósito de Deus para a sua vida, vê o ardor da sarça através deste texto, ouvindo o Espírito Santo a dizer: Volte ao propósito, volte ao contexto no qual Deus lhe plantou porque ali será a sua missão. O egípcio que você enterrou não pode ser a última notícia de sua vida no Egito, antes, ali se conhecerá que um libertador se levantou e confrontou à Faraó, mudando o destino de uma geração. Assim será com você se você entender e quiser. 

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Creio ... Logo Profetizo: Um Deus Como Acessório?

Creio ... Logo Profetizo: Um Deus Como Acessório?: "Todos de alguma maneira querem uma relação com Deus. Ela é bem vinda, aceitável e importante para muitos... desde que Ele não se intrometa e..."

Um Deus Como Acessório?

Todos de alguma maneira querem uma relação com Deus. Ela é bem vinda, aceitável e importante para muitos... desde que Ele não se intrometa em suas vidas. Ele é bem vindo para abrir aquela porta, para fechar aquela outra, para curar aquela enfermidade, para nos dar aquele carro, para nos exaltar sobre os demais, para ser o “oficce-boy” dos nossos sonhos. Uma espécie de “deus” à tira-colo, um “deus” acessório.
Infelizmente, em muitos contextos a pregação desta espécie de evangelho sugere uma relação com Deus superficial e utilitária, não enfatizando ou valorizando a mudança de caráter, a busca de transformação pessoal e sobretudo a conversão. Um evangelho “fast food”, instantâneo, que oferece nas prateleiras os produtos oferecidos no supermercado da fé. Quem sabe ouviríamos neste ambiente a voz de algum orientador a dizer: “Primeiro andar, cura, libertação e prosperidade. No segundo andar você pode encontrar a porta aberta que está procurando. No terceiro andar resolva os seus problemas amorosos com um super produto da fé de última hora.” Talvez lá pelas tantas a voz diria: Ah, sim ... Temos uma sessão pra você que quer se encontrar com Deus, mas visite todos os outros departamentos primeiro.”
Gente que se relaciona assim com Deus se parece muito com os 10 leprosos que foram curados por Jesus. Souberam que Jesus iria lá, souberam que Ele estaria ali, que Ele tinha poder para curar as suas vidas, mas sobretudo queriam apenas a cura. Jesus curou os dez. Todos foram libertos de histórias difíceis de separação familiar, bem como de situações de desprezo e angústia. Depois da cura, apenas um deles voltou para seguir a Jesus e agradecê-lo. Este ouviu de Jesus o decreto de que a sua cura ultrapassaria os portais da eternidade e de que se tornaria o mesmo uma grande testemunha do seu poder e do seu amor.
A relação com Deus que a maioria de nós busca se refere aos processo imediatos que vivemos nesta terra. Nossas demandas materiais, relacionais, profissionais, dentre outras, são para nós mais importantes do que a realidade espiritual e eterna de cada um de nós.
Jesus em sua mensagem enfatizava duas mensagens centrais e complementares : O Reino de Deus e a Vida Eterna. Estas duas mensagens são exatamente as mais esquecidas entre nós que nos dizemos cristãos. A do Reino incomoda porque pressupõe governo, o Seu Governo sobre as nossas vidas e condutas. A da eternidade incomoda porque queremos nos perpetuar aqui, com os nossos prazeres, deleites, conquistas, propondo ao Senhor que Ele nos torne intocáveis enquanto nos esforçamos ao máximo para manter nossas vidas orgânicas neste mundo caído e desprovido da presença de Deus.
O que estou propondo com este texto? Que deixemos de viver ou planejar a vida com a intensidade das conquistas, alegrias e vitórias que ela possa proporcionar? Que não devamos esperar de Deus uma solução nestas áreas de nossas vidas?
Não. Estou propondo que conheçamos o caráter de Deus antes de tentar envolvê-lo nas mazelas do nosso caráter. Estou propondo conversão do coração antes da tentar converter Deus aos processo equivocados que temos. Estou propondo que paremos de envolver Deus em nossos negócios espúrios, ilegais e equivocados, querendo trazer a sua benção ( que não virá) para algo diametralmente oposto aos seus ensinos. Nenhuma campanha, sacrifício, oferta ou coisa desta natureza muda a ética e o caráter de Deus. Do jeito que as coisas andam, quem sabe poderemos ouvir alguma gangue do tráfico dizer: “ Vamos fazer uma oração aqui pro homem lá de cima nos abençoar e guardar enquanto “fazemos” o Zezinho não sei das quantas.
Com voz profética posso dizer: “ Vinde, tornemos ao Senhor...” Oséias 6.1 (Não apenas às coisas que Ele pode fazer).
 O compromisso da verdadeira igreja do Senhor é levar as pessoas ao Senhor Jesus e desafiá-las a se tornar Seus discípulos nesta geração. Nós na comunidade Batista Betel estamos nos esforçando por isto na visão em que trabalhamos, por meio das células e do discipulado pessoal. Que o Senhor nos dê graça e sabedoria para cumprir  tão sublime missão.